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 | Qui, 04 de Dezembro de 2008 09:53
Lula: "O PAC é uma revolução" Imprimir Email

Em visita ao Recife, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) evitou a imprensa em quase todos os momentos. Aceitou falar apenas na porta do hotel hoje, pela manhã, e mesmo assim respondeu a apenas uma pergunta.

O petista fez questão de elogiar os investimentos do PAC e disse estar otimista com a economia nacional. Lula também fez questão de defender o Nordeste e defendeu a “distribuição do crescimento”

Confira trechos do que disse o presidente:  

“Estou mais do que otimista, eu estou convencido de que o Brasil encontrou o seu caminho, eu estou convencido de que o nosso crescimento será duradouro e é isso que o Brasil está precisando.”

“Quando eu venho a Pernambuco, junto com o governador, com o prefeito, para dar início à refinaria, é a minha convicção de que o Nordeste brasileiro vai virar uma região industrializada e vai poder ser igual à região Centro-Sul e Sul do País. Eu acho que o Nordeste não pode continuar sendo uma região empobrecida, não pode continuar sendo tratada como se fosse uma região de segunda categoria, acho que nós precisamos distribuir a possibilidade de crescimento de forma mais igualitária, de forma mais equânime”.

“O PAC já é uma revolução na área de infra-estrutura, sobretudo na área de saneamento básico. O Eduardo me dizia que mais um mês, um mês e meio, já vai entrar em licitação grande parte das obras do PAC aqui no estado. O João Paulo está muito animado e eu acho que isso vai permitir que o Nordeste, nos próximos anos, se transforme numa região desenvolvida”.

“Eu estou torcendo para que o Congresso Nacional aprove a Reforma Tributária e que a gente possa permitir que se acabe, de uma vez por todas, com a guerra fiscal”.

“Se todos nós tivermos bastante otimismo, certamente a gente passa o otimismo para a sociedade e, certamente, uma sociedade otimista tem muito mais chance de vencer do que uma sociedade pessimista. Na vida real a gente sabe, quando a gente acorda azedo e quando a gente acorda de bom humor, a diferença do dia para a gente. Na economia é a mesma coisa: se a gente acreditar, as coisas acontecem, se a gente não acreditar, as coisas não acontecem”.

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